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Mãe

No próximo domingo (4º Domingo da Páscoa) celebraremos o dia das mães juntamente com um Conclave, que para a Igreja acaba simbolizando a Coroação da Mãe de Deus nos Céus (Rosário - 5º Mistério Glorioso), para um novo tempo. E as leituras do 4º Domingo da Páscoa, vêm nos apresentar esta Igreja do novo tempo, a Igreja do Pastor, que não faz acepção de pessoas... a Igreja de todos que nos falou São Paulo: “Era preciso anunciar a palavra de Deus primeiro a vós. Mas, como a rejeitais e vos considerais indignos da vida eterna, sabei que vamos dirigir-nos aos pagãos. 47Porque esta é a ordem que o Senhor nos deu: ‘Eu te coloquei como luz para as nações, para que leves a salvação até os confins da terra’” (Atos 13,46-47 - 4º Domingo da Páscoa - 07 mai. 2025). Nos últimos tempos a Igreja vem sofrendo turbulências de fé diante dos apelos do mundo que clama por uma Igreja moderna, cuja liturgia deve ser feita de acordo com os perfis sociais, assim se propõe que a Igreja cultue por exemplo: o deus ...

O inferno de Los Angeles

Seguindo a nossa peregrinação pelo Ano Canônico, agora no Ano do Pai, ou Tempo Comum, porque nós, acolhendo o Menino Jesus, em nossos corações, no tempo do Espírito, transformamos nossos trabalhos do dia a dia, em prova viva de que a Palavra de Deus é verdadeira, cujos dóceis frutos produzido, como mel, é a própria glorificação do Nome do Senhor.
No próximo domingo dia 19/01/25, estaremos no 2º Domingo do Tempo Comum, iremos  apresentar as nossas obras diante do altar para a transubstanciação, isto é, unir os nossos trabalhos acabados como testemunho, que é físico, material, à Palavra, que é Cristo, Espírito, imaterial, constituindo a Verdade que diz: Estas palavras são espírito e vida.
Assim, a liturgia missal do acolhimento de nossas boas obras, porque realizadas segundo a Verdade, mergulha a nossa santificação na resposta ou responsório do Salmo 18 (19) que canta: Vossas palavras são espírito, são vida, tendes palavras, ó Senhor, de vida eterna (Sl 18, responsório, Liturgia Missal 1º Semana do Tempo Comum - Ano C - Impar - 18/01/2025).
Para nos ajudar a viver isso de forma intensa, precisaremos seguir o preceito da Verdade que para hoje nos fala: "eu vos digo antes (palavra em Espírito), para quando acontecer (Vida), vós acrediteis" (Jo 13,19).
Para nós hoje que estamos em tempos adiante da Palavra, a visão é diferente, ou seja, vemos primeiro a vida, para recordamos o que nos foi dito antes, assim testemunhamos nesta semana o fogo devorando a Cidade de Los Angeles nos Estados Unidos da América.

Getty Images - BBC Brasil

A vida infernal que estamos vendo nestes dias, ao vivo em Los Angeles, foi nos dito antes, para que hoje, nós acreditemos que a Palavra é viva e eficaz, porque a Cidade de Los Angeles, vive sob o lema de que cada um deve ter a sua independência financeira.
E, assim, seus habitantes sentem não precisar de ninguém, basta apenas que pague, e, não precisa prestar contas a ninguém, e por isso, ela sempre se viu independente, inclusive de Deus, ao viver em cima da segurança de seus alicerces construídos sobre muito dinheiro e luxo.
Mas a construção deste patrimônio tão notável, vem inspirada dos tempos de Shakespeare, porque ele, travestido de poeta escritor, difamou o rei legítimo da Inglaterra, Ricardo III, para legitimar a impostora dinastia dos Tudor (Faria, 2018), dentro de uma história tão sórdida, que dizem que Shakespeare era o charlatão, ou "laranja", ocultando o verdadeiro vilão, Francis Bacon (Lang, 1912).
A Palavra é vida e espírito, e, neste Domingo vem nos testemunhar por traz desta história da desonra do Rei Ricardo III, a Verdade quando diz "E não há criatura que possa ocultar-se diante dela. Tudo está nu e descoberto a seus olhos, e é a ela que devemos prestar contas" (Hb 4,13 - Liturgia Missal 1º Semana do Tempo Comum - Ano C - Impar - 18 jan. 2025).
Pois, depois de mais de 500 anos oculta, parecia impossível aos homens, se descobrir a verdade e por fim a farsa impostora, mas, hoje nos é revelada, a honra do Rei legítimo, que ocorreu em 2012, pela inspiração do Espírito, em Philippa Langley, restaurada após os restos mortais do Rei, serem desenterrados debaixo do solo de concreto de um estacionamento (Frears apud Gomes, 2024).
E, hoje, novamente a Palavra se revelou em Los Angeles, que para compreendê-la, precisamos rememorar a sua história, voltamos a partir dos inícios e meados do Século XX, quando nela, a indústria dos contos e teatros, se empreendeu.
A partir disso, passou a influenciar todos os povos da Terra, e, a exemplo de Shakespeare, ou Bacon, produzia suas estórias de acordo com o patrocinador de suas produções, criava heróis, como a banalização da vida pela indústrias das armas nos filmes dos super-homens que praticam a carnificina, desfilando-se, como modelos musculosos, com todo tipo de arma, tendo a vida humana heroica, regadas por divertidos e emocionantes atos de intolerância.
Ou ainda, outrora,  dos bandidos honestos que compensavam os crimes, ou, o incentivo às drogas, bebidas e cigarros, como solução dos problemas, ou, das sodomias como ideal de vida, entretendo as pessoas para acreditarem viver dentro de um mundo cheio de heróis vencedores, em que os princípios da vida são desqualificados, e substituídos pela beleza do se viver o luxo e o prazer, sob o direito de ser feliz, afinal se, se pagou, o trabalho deve ser feito conforme o gosto do fregues, e eu não tenho nada com isso.
Los Angeles, passou a falar línguas de todos os tipos de comércio, e governos, de acordo com com o gosto do freguês, lembrando em Babel, os homens construindo a torre para se chegar no céu, gerando seus faraônicos lucros, de acordo com cada interesse patrocinado.
Basta pagar, que se produz uma campanha de influência mundial, para defender a causa oculta, pouco importando os efeitos que ela produz, se bom ou maus, desde que se tenha lucro e luxo, e tudo isso, já foi previsto desde os inícios da fundação da Igreja Católica quando se falou sobre a perversidade desse teatro:
Qual é a qualidade de vossas representações teatrais? Quem não zombará de vossos espetáculos públicos que, realizados com pretextos dos demônios perversos, conduzem os homens à desonra? 
Eu porém voltei as costas para aquele que em tudo era enganada: seu ateísmo, em suas representações e em sua pessoa.
São belas as vossas salas de audição que apregoam tudo de pecaminoso que se pratica no escuro da noite, e divertem os ouvintes com recitais de discursos desonestos. Bons também são os vossos poetas, embusteiros que com suas retóricas enganam aqueles que os escutam (TACIANO, o sírio, 1995, p. 90).
E agora nós podemos testemunhar com nossos olhos, ela ardendo sob fogo infernal, cuja liturgia da Palavra que é Espírito e Vida, para o próximo Domingo diz:
12a Palavra de Deus é viva, eficaz e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes. Penetra até dividir alma e espírito, articulações e medulas. Ela julga os pensamentos e as intenções do coração (Hb 4,12 - Liturgia Missal 1º Semana do Tempo Comum - Ano C - Impar - 18 jan. 2025).
Ela é viva e eficaz, porque o que testemunhamos hoje na Cidade de Los Angeles, nos foi dito antes, para que que agora, vendo com nossos próprios olhos acreditemos que é Verdadeira.
1Depois de tudo isso, vi outro Anjo descendo do céu.
Tinha grande poder, e a terra ficou toda iluminada com a sua glória.
2Ele gritou com voz forte:
“Caiu! Caiu Babilônia, a Grande!
Tornou-se morada de demônios,
abrigo de todos os espíritos impuros,
abrigo de aves impuras e nojentas.
3Porque ela embriagou as nações
com o vinho do furor da sua prostituição.
Com ela se prostituíram os reis da terra.
Os mercadores da terra ficaram ricos
graças ao seu luxo desenfreado.”
9Os reis da terra, que se prostituíram com ela,
aqueles que participavam do seu luxo,
ao enxergar a fumaça do incêndio,
vão chorar e bater no peito.
10Ficarão de longe, com medo dos sofrimentos. E dirão:
“Ai, ai, a Grande Cidade!
Ó Babilônia, cidade poderosa,
uma hora apenas bastou
para o seu julgamento!”  (Ap 18,1-3.9-10)
O cuidado que devemos de ter aqui, pela mesma Liturgia, não é cairmos no erro de emitir um julgamento contra a cidade de Los Angeles, mas, sim, o de dar o testemunho de que a Palavra de Deus, se cumpriu conforme foi testamentada, ou seja, a Palavra é Espírito e Vida, por isso a mesma leitura já nos adverte:
4Ouvi outra voz que dizia:
“Saia dela, meu povo.
Não seja cúmplice dos pecados dela,
nem atingido por suas pragas (Ap 18,4).
É muito fácil cair nesse erro, por isso a Liturgia deste Domingo já adverte a própria Igreja Católica, contra os reis impostores dentro dela, que usam o nome da Igreja para "venderem conforme o gosto do fregues", contos de fadas, para se criarem portais mágicos que substituem o compromisso sacramental sincero de um coração contrito que diz:
14Ofereça a Deus um sacrifício de confissão,
e cumpra os seus votos ao Altíssimo.
15Invoque-me no dia da angústia:
eu o livrarei, e você me glorificará”
[Sl 49 (50), 14-15].
Vazios de Deus, dizendo festejar jubileus, ao invés de chamarem a ovelha para viver a Palavra, e com ela testemunhar a glória de Deus que caminhou na história dos últimos 50 anos, o verdadeiro sentido do ano jubilar, impostores, se dizendo falar por Cristo, propõem o "botão mágico", que por 3 batidas, abre os portais da purificação para entrar no céu.
Dizem eles no auto evangelho, que basta obter o bilhete grátis para a entrada, assim, se é autorizado a passar pela porta mágica, para com isso já se sair limpo, e, dessa forma, se consegue esconder as imundícies dos prazeres, farras e orgias, homicídios, que já se tornaram intoleráveis na consciência e se tem vergonha de viver a humilhação através do sacramento da contrição e reconciliação.
Por isso, eles também, não ficarão ocultos  e livres do fogo, como diz a Palavra:
2De Sião, a formosa, Deus resplandece:
3o nosso Deus vem, e não vai se calar.
À sua frente, vem um fogo devorador,
e, ao seu redor, tempestade violenta.
16Ao injusto, porém, Deus declara:
“De que adianta você recitar meus preceitos
e ter sempre na boca a minha aliança,
17se você detesta a disciplina
e rejeita as minhas palavras?
18Se você vê um ladrão, você o acompanha
e se mistura com os adúlteros.
19Você solta sua boca para o mal,
e seus lábios tramam a fraude.
20Você se assenta para falar contra o seu irmão,
e desonra o filho de sua mãe.
21Você se comporta assim, e eu devo me calar?
Você imagina que eu seja como você?
Eu o acuso e coloco tudo diante dos seus olhos!” [Sl 49 (50), 2-3.16.21].
Conclusão
Iniciando o Tempo do Pai, nos é exibida a glória verdadeira da Palavra, como testemunho verdadeiro da Verdade, pois, nos foi dito antes, de muitas maneiras e pelos Profetas, para que agora acreditemos e nos permita reconhecer a voz verdadeira do Cristo, diante de tantos impostores, que se prostituem, ao pretender nos afastar da Verdade, nos oferecendo um lugar no céu, sob a promessa de atender o gosto do fregues, para que cada um então, viva o seu direito de ser feliz.  
De tudo o que foi dito aqui, se disse sob a mais fiel obediência à revelação da Palavra, sem a pretensão de se emitir julgamentos contra as Cidades de Los Angeles e do Vaticano, pois os pecadores que passarem pelos portais mágicos, poderão ser perdoados de acordo com a fé de cada um, mas os injustos, estes, certamente não terão lugar no céu, pois, a Leitura nos diz somente aos justos e pecadores:
16Alguns doutores da Lei, que eram fariseus, viram que Jesus comia com pecadores e cobradores de impostos. Então eles perguntaram aos discípulos: “Por que ele come com cobradores de impostos e pecadores?”17Tendo ouvido, Jesus respondeu-lhes: “Não são as pessoas sadias que precisam de médico, mas as doentes. Eu não vim para chamar justos, mas sim pecadores” (Mt 2,-16-17 - Liturgia Missal 1ª Semana do Tempo Comum - Ano C - Impar - 18 jan. 2025).
Portanto, vós arcebispos das grandes catedrais que substituem a Palavra, pelo teu próprio pensamento pessoal, declarando-o publicamente como auto evangelho oficial da igreja, bispos das catedrais que transformam em ruínas os trabalhos dos santos, como testemunhamos as ruínas de José de Jambeiro, no Santuário da Rosa Mystica, a Igreja do Rosário, Padres tépidos que transformam as missas em meros rituais sacramentalísticos, e dosam a missas com a arrogância, ao trocar a Celebração Eucarística pela reza de missa, ora curta, ora longa, porque tem pressa dos compromissos do ócio, rezando como, quando e onde querem.
Não é contra esta voz que vos denunciam que devem irar-se, mas com Aquele que vós mesmos dizem representar, pois se olharem para Ele com a humildade que pregam só de boca no altar, verão com justiça, que aqui, a Palavra é Espírito e Vida na Liturgia que diz: e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes. Penetra até dividir alma e espírito, articulações e medulas. Ela julga os pensamentos e as intenções do coração (Hb 4,12 - Liturgia Missal 1ª Semana do Tempo Comum - Ano C - Impar - 18 jan. 2025).
Se procederem neste caminho, como testemunho da Verdade, nesta justiça, quem sabe assim, passando pelo portal mágico, vós consigais um lugar no céu, por descerem do pedestal de deuses, e se tornarem novamente como pecadores mortais, pois a Liturgia nos diz: Eu não vim para chamar justos, mas sim pecadores” (Mt 2,17 - Liturgia Missal 1º Semana do Tempo Comum - Ano C - Impar - 18 jan. 2025).   
E para nós pecadores mortais, que isso seja motivo de alegria pois, somos testemunhos da Palavra que é verdadeira e podemos confirmar que ela é viva e eficaz, pela presença de Deus caminhando conosco na história diante dos fatos ocultos e, trágicos causados pela desobediência do homem ao agirem injustamente, sob a pretensão de se tornar independente de Deus.
Isso não quer dizer que não há sensibilização pelo sofrimentos de quem vive esta tragédia, claro que sofremos com eles, mas nos alegramos porque o Senhor está a nos mostrar o caminho para a reconstrução, e não o fim de tudo:
As nações verão a tua justiça,
todos os reis verão a tua glória;
serás chamada com um nome novo,
que a boca do Senhor há de designar.
3E serás uma coroa de glória na mão do Senhor,
um diadema real nas mãos de teu Deus.
4Não mais te chamarão Abandonada,
e tua terra não mais será chamada Deserta;
teu nome será Minha Predileta
e tua terra será a Bem-Casada,
pois o Senhor agradou-se de ti
e tua terra será desposada
(Is 62,2-4 - Liturgia Missal 2ª Domingo do Tempo Comum - Ano C - Impar - 19 jan. 2025).
Por isso, como filhos amados que somos, a nós Ele nos falou antes, para que agora acreditemos, que os impostores prestarão as contas a Quem de direito, e que Deus não esquece o pobre e o oprimido, e te convida a celebrar as Bodas do Cordeiro com o melhor vinho:
"Todo mundo serve primeiro o vinho melhor
e, quando os convidados já estão embriagados,
serve o vinho menos bom.
Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!"
11Este foi o início dos sinais de Jesus.
Ele o realizou em Caná da Galileia
e manifestou a sua glória,
e seus discípulos creram nele
(Jo 2,10 - Liturgia Missal 2ª Domingo do Tempo Comum - Ano C - Impar - 19 jan. 2025).
Vejam os sinais de Deus que não esqueceu seu filho amado Ricardo III, e restaurou a sua honra, 500 anos depois, e agora, vem manifestar em nossos dias, a glória pelo Anjo que ilumina a Terra com a glória de Deus, pois sua Palavra se consumou, celebremos com o canto novo o jubileu da Palavra cantada por Cerrone em Supernature ao contemplar de longínquos tempos cinquentenários, o inferno em Los Angeles:
"Por cem milhas ou mais
Você podia ouvir o povo chorar
Mas não há nada que você possa fazer
Até Deus está do lado deles
Supernatureza, supernatureza, supernatureza, supernatureza"  (CERRONE, 1977).

Como no momento não há disponível uma versão com legendas em português, colocamos abaixo a tradução própria da letra.

Era uma vez, a ciência abriu a porta.
Nós alimentaríamos os campos famintos,
até que eles não pudessem mais comer.
Mas as poções que fizemos,
tocaram as criaturas lá embaixo,
e elas cresceram de uma maneira
Que nunca tínhamos visto antes.

[Refrão]
Supernatureza, supernatureza
Supernatureza, supernatureza
Supernatureza, supernatureza
Supernatureza, supernatureza

[Verso 2]
Eles estavam zangados com o homem
porque ele mudou seu modo de vida.
E eles tomam sua doce vingança,
enquanto pisoteiam pela noite.
Por cem milhas ou mais,
você pode ouvir o povo chorar,
mas, não há nada que você possa fazer,
até Deus está do  lado deles.

Supernatureza, supernatureza
Supernatureza, supernatureza
Supernatureza, supernatureza
Supernatureza, supernatureza

[Verso 3]
Como posso explicar?
As coisas são diferentes hoje,
escuridão ao redor,
e ninguém faz um som,
um assunto tão triste,
ninguém parece se importar.

[Refrão 2]
Supernatureza, melhor tomar cuidado!
Olhe para você agora, melhor tomar cuidado!
Olhe para você agora!

[Ponte]
(Supernatureza) Melhor tomar cuidado
Não há como parar agora.
Você não pode escapar, é tarde demais.
Veja o que você fez:
Não há lugar para onde correr.
O monstro foi criado, devemos orar.

[Refrão 2]
Supernatureza, melhor tomar cuidado!
Olhe para você agora!
Supernatureza, melhor tomar cuidado!
Supernatureza!
Olhe para você agora!

[Ponte]
Melhor tomar cuidado,
não há como parar agora.
Você não pode escapar, é tarde demais
Veja o que você fez:
não há lugar para onde correr.
O monstro foi criado, devemos orar.

[Verso 4]
Talvez a natureza tenha um plano,
para controlar os caminhos do homem.
Ele deve começar do zero novamente.
Muitas batalhas ele deve vencer,
até que ele ganhe seu lugar na Terra,
como as outras criaturas fazem
Haverá um final feliz?
Agora tudo depende de você.

[Outro]
Supernatureza
Supernatureza
Supernatureza
Supernatureza

Veja o complemento desta leitura em Apostando na Sorte"

Referências.

FARIA,  Marcella de Melo. Ricardo III: Vilão monstruoso ou humano ambicioso? In Congresso Internacional 2018 -  ABRALIC - Associação Brasileira de Literatura Comparada. Disponível em https://abralic.org.br/anais/arquivos/2018_1547570428.pdf. Acesso em 15 jan. 2025.

GOMES, Giovanna. Filme O Rei perdido de Stephen Frears (Prime Vídeo): O rei que inspirou Shakespeare e teve os restos mortais encontrados mais de 500 anos depois. In Aventuras na História. Disponível em https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/o-rei-que-inspirou-shakespeare-e-teve-os-restos-mortais-encontrados-mais-de-500-anos-depois.phtml. Acesso em 15 jan. 2025.

LANG, Andrew. Shakespeare, Bacon and the Great Unknown. The Project Gutenberg EBook of Shakespeare, Bacon and the Great Unknown. Disponível em http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/gu005127.pdf. Acesso em 15 jan. 2025.

TACIANO, o Sírio. Discurso contra os gregos. Patrística - Padres Apologistas - São Paulo:Paulus, 1995. 

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