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Mostrando postagens com o rótulo falsidade

Mãe

No próximo domingo (4º Domingo da Páscoa) celebraremos o dia das mães juntamente com um Conclave, que para a Igreja acaba simbolizando a Coroação da Mãe de Deus nos Céus (Rosário - 5º Mistério Glorioso), para um novo tempo. E as leituras do 4º Domingo da Páscoa, vêm nos apresentar esta Igreja do novo tempo, a Igreja do Pastor, que não faz acepção de pessoas... a Igreja de todos que nos falou São Paulo: “Era preciso anunciar a palavra de Deus primeiro a vós. Mas, como a rejeitais e vos considerais indignos da vida eterna, sabei que vamos dirigir-nos aos pagãos. 47Porque esta é a ordem que o Senhor nos deu: ‘Eu te coloquei como luz para as nações, para que leves a salvação até os confins da terra’” (Atos 13,46-47 - 4º Domingo da Páscoa - 07 mai. 2025). Nos últimos tempos a Igreja vem sofrendo turbulências de fé diante dos apelos do mundo que clama por uma Igreja moderna, cuja liturgia deve ser feita de acordo com os perfis sociais, assim se propõe que a Igreja cultue por exemplo: o deus ...

A arte de saber escolher

Estamos entrando em uma estrada de núvens espessas, mesmo percebendo isso, fingimos que não é com a gente, e nos esforçamos, para manter tudo normal, vemos as pessoas que acordam cedo, trabalham duro a semana inteira, e passam a vida esperando criar algum patrimônio para ter uma segurança financeira, mas elas não percebem o vazio de suas vidas que torna a maior parte do percurso dores: Setena anos é o tempo da nossa vida, oitenta anos, se ela for vigorosa. E a maior parte deles é fadiga inútil, pois passam depressa e nós voamos [Salmo 89 (90), 10]. O Senhor nos disse antes e podemos ver agora alguns sinais dessas dores pela estrada, quando meditávamos o 2º DTC, em que caiu Babilônia, no 3º Domingo vimos o desesperos dos ricos querendo salvar seu dinheiro, e para isso, não estão pensando duas vezes em matar quem estiver à sua frente, sob a teoria da supremacia dos espertos, que na sua avidêz, julga o pobre como a desgraça que superpovoa a Terra. Estão alucinados ao verem o seu deus dinh...

apostando na sorte

No próximo dia 26/01/2025, estaremos entrando no 3º Domingo do Tempo Comum, a glorificação da Palavra, Tempo do Pai, e o tema que a Palavra nos suscita é: se você não acredita em você mesmo, que pode se ver e se sentir, como pode acreditar em Deus? Assim, somos chamados a cantar: "Vossas palavras, Senhor, são espírito e vida!" (Sl 18B (19) - Liturgia Missal 3º DTC - Ímpar - 26 jan. 2025), cuja Palavra do Senhor veio nos revelar o Espírito e Vida diante do fato do momento, o novo Governo dos Estados Unidos da América do Norte, cujo príncipe foi empossado, sobre a pompa da Constituição de Maquiavel, que diz: " é bem mais seguro ser temido que amado, porque, de um modo geral, os homens são ingratos, volúveis, fingidos e dissimulados " (FOLHA DE SÃO PAULO, 2010). Foto: Associated Press E a ferramenta principal desse novo governo não se fixa no agir do homem comum, mas no jogo de cartas, dos viciados que querem salvar sua falência, valendo-se do blefe. E, dessa forma, o ...

O inferno de Los Angeles

Seguindo a nossa peregrinação pelo Ano Canônico, agora no Ano do Pai, ou Tempo Comum, porque nós, acolhendo o Menino Jesus, em nossos corações, no tempo do Espírito, transformamos nossos trabalhos do dia a dia, em prova viva de que a Palavra de Deus é verdadeira, cujos dóceis frutos produzido, como mel, é a própria glorificação do Nome do Senhor. No próximo domingo dia 19/01/25, estaremos no 2º Domingo do Tempo Comum, iremos  apresentar as nossas obras diante do altar para a transubstanciação, isto é, unir os nossos trabalhos acabados como testemunho, que é físico, material, à Palavra, que é Cristo, Espírito, imaterial, constituindo a Verdade que diz: Estas palavras são espírito e vida. Assim, a liturgia missal do acolhimento de nossas boas obras, porque realizadas segundo a Verdade, mergulha a nossa santificação na resposta ou responsório do Salmo 18 (19) que canta: Vossas palavras são espírito, são vida, tendes palavras, ó Senhor, de vida eterna (Sl 18, responsório, Liturgia Mis...

O consolo da família

Na caminhada do Rei, que armou Sua tenda entre nós, no meio do seu Povo, para o briefing do 4º Domingo do Advento, traz como tema, o consolo materno, no conforto da família, que nos faz recobrar a visão, e, como São Rafael, em Tobias Pai, arranca a camada das escamas, que cobriam os seus olhos. De muito tempo a humanidade vem mergulhada em seu egocentrismo, por isso, vem sofrendo da visão, e, nestes tempos, agravados pelas luz das telas, se criou em nossos olhos, um véu, como se estivéssemos com catarata, e perdemos os sentidos, tanto os sentidos de sentir, como os sentidos de se perceber. Assim, mesmo com óculos, já não enxergamos bem. Por exemplo, quando olhamos para o Estado, temos a impressão de que ele é tudo de ruim, políticos desonestos, juízes desonestos, imprensa desonesta, pastores e igrejas desonestos, militares desonestos, famílias dilaceradas, mães com carreiras de filhos de múltiplos pais, ou, mães que abortaram a carreira: 1 Nesse dia, sete mulheres agarrarão um só home...

Vila da Boa Esperança

No briefing da 3ª Semana do Advento, vivemos o convite para conhecer a Vila da Boa Esperança, e, quem sabe, construímos lá a nossa casa aconchegante que nos espera com o café quentinho e o amor que nos abraça, por isso, o tema de hoje é o nosso aconchego, o nosso ambiente. Foto: Martino Phúc   A capacidade genuína da humanidade de se adaptar ao ambiente, é fator que a torna algo muito peculiar no Universo. No entanto, esse dom de adaptabilidade está diretamente ligada às interações dela com o ambiente, capaz de mudar o ambiente, ao ponto de ser marcada na história como Era Antropoceno . Isso, também, provocou nela uma crise existencial gravíssima, porque hoje ela se encontra em um vácuo, nas profundezas escuras de um abismo, tentando descobrir se ela é uma lagarta, ou, ela é uma borboleta, pois, a humanidade inventou tanta parafernália, numa velocidade ultra rápida mediante a realização insana de consumo, que como o glutão que come tudo de uma vez, e fica enfastiado, ela  queb...

A cidade perfeita

Dia 08/12/2024, iniciará a segunda semana do novo Ano Canônico, celebrando o tempo do Espírito, e, fazendo uma briefing da nossa marcha, iniciada semana passada para, agora, dar o passo seguinte, cujo tema será a proposta de digna Cidadania. Falar de cidadania, embora todos nós tenhamos decorado o mantra "estado democrático de direito",  parece ser utopia nos dias de hoje, ao vivermos em um Estado que é o primeiro a nos negar a dignidade diante do fisiologismo político severo. Isso nos leva a carregar no dia a dia, o sonho da emigração estrangeira, e cheio de ilusões, pensamos que a cidade ideal talvez poderia ser: Sidney, ou, Londres, ou Berna, ou, Paris, ou, Dublin, ou Tóquio, ou, se pensamos nas crianças,  porque não Belfast, excluindo o lugar em que estamos, que naquele momento, parece ser o pior de todos. Foto: Alexander Naumann Mas diante de tantas opções dada para o nosso livre arbítrio, talvez o critério mais sensato que nos permita escolher a cidade ideal, aquela em...